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	<title>Julio Sergio Cardozo &#38; Associados</title>
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	<pubDate>Thu, 02 Sep 2010 15:16:30 +0000</pubDate>
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		<title>Independência ou morte: não seja refém do acaso</title>
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		<pubDate>Thu, 02 Sep 2010 15:16:30 +0000</pubDate>
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Há pouco mais de um ano, recebi em meu escritório a visita de um grande amigo. Ele acabara de ser demitido e começava ali a maratona por um novo emprego. Mesmo com um bom dinheiro para receber, tinha urgência. Aos 50 anos, com a família para sustentar e uma dívida gigantesca nas costas, sua única [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cardozo-group.com/wp-content/uploads/2010/09/independencia-br.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-2950" title="independencia-br" src="http://www.cardozo-group.com/wp-content/uploads/2010/09/independencia-br-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a></p>
<p>Há pouco mais de um ano, recebi em meu escritório a visita de um grande amigo. Ele acabara de ser demitido e começava ali a maratona por um novo emprego. Mesmo com um bom dinheiro para receber, tinha urgência. Aos 50 anos, com a família para sustentar e uma dívida gigantesca nas costas, sua única opção era encontrar uma <strong><a href="http://www.cardozo-group.com/?p=2730" target="_blank">colocação</a></strong>. E rápido.</p>
<p>Semana passada, ele me liga. A urgência se transformou em desespero. Perdeu a conta de quantos currículos havia enviado, dos contatos que havia travado. Sua incansável busca não havia surtido efeito e me disse: - Julio, quando você está empregado, ofertas de emprego não faltam. Quando você está fora, nem acha esses <a href="http://www.cardozo-group.com/?p=2218" target="_blank"><strong>contatos</strong> </a>que um dia tanto cobiçaram o seu passe.</p>
<p>Qual foi o seu problema? Nunca pensou no amanhã. Sempre acreditou que teria tempo caso o infortúnio chegasse. Esse dia chegou, mas ao contrário do que imaginava, o tempo está passando, o dinheiro acabando e nada de emprego. Assim como ele, milhares de pessoas continuam com a cultura do &#8220;deixar para depois&#8221;.</p>
<p>Para você que está lendo este post, meu recado é: por que não aproveitar o Dia da Independência e refletir um pouco mais sobre a realidade que o cerca? A expectativa de vida que aumenta a cada dia que passa, impõe o enorme desafio de estar preparado para o inesperado, para o imprevisível. Planejar o futuro não será diferencial de visionários,  mas <strong><a href="http://www.cardozo-group.com/?p=2460" target="_blank">questão de vida ou morte</a>.</strong></p>
<p>Se você chegou aos 40 e não guardou um centavo sequer, vai sentir os reflexos do descaso muito em breve. Se você tem por hábito viver atolado em prestações ou sempre no limite do cartão de crédito, viverá as consequências de atos impensados. Se não tem um plano B ou ainda não pensou em como se virar caso perca o emprego, o cenário pode ser ainda pior.</p>
<p>Desperte para a necessidade de construir agora seus passos do amanhã. Seja o dono da sua vida, tenha as rédeas da sua carreira, assuma o controle do seu destino. Independência ou morte, a escolha é sua. Se você quiser sobreviver à selva de pedra e aos anos a mais que a longevidade vai proporcionar, acorde para a realidade.</p>
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		<title>O que fazer ao receber uma contraproposta</title>
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		<pubDate>Tue, 31 Aug 2010 12:30:56 +0000</pubDate>
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Você recebeu uma proposta de emprego, foi ao seu chefe e pediu demissão. O chefe ficou muito chateado, porque gosta de você e, pior, soube que você vai trabalhar para o concorrente. Eis que aí ele faz uma contraproposta idêntica ou, até mesmo, melhor do que você vai receber na outra empresa. Quando falo em [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"> <a href="http://www.cardozo-group.com/wp-content/uploads/2010/08/proposta-duvida.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-2941" title="proposta-duvida" src="http://www.cardozo-group.com/wp-content/uploads/2010/08/proposta-duvida-300x300.jpg" alt="" width="200" height="200" /></a></p>
<p>Você recebeu uma proposta de emprego, foi ao seu chefe e pediu demissão. O chefe ficou muito chateado, porque gosta de você e, pior, soube que você vai trabalhar para o concorrente. Eis que aí ele faz uma contraproposta idêntica ou, até mesmo, melhor do que você vai receber na outra empresa. Quando falo em receber, não quero dizer apenas salário. Pode ser um conjunto de componentes de uma remuneração, por exemplo, os benefícios indiretos, as bonificações.</p>
<p>Se você ficar realmente tentado a sair, reflita se está na hora de sair e não aceitar a contraproposta. Quando comandava a Ernst &amp; Young, em todas as vezes que essa situação ocorreu, sempre disse que precisava do funcionário e que reconhecia o seu talento. O que resultava em uma <strong><a href="http://www.cardozo-group.com/?p=1450" target="_blank">contraproposta para retê-lo</a></strong>. Mas lá no meu íntimo eu queria dizer: É melhor você ir.</p>
<p>Sabe por quê? Porque há momentos em que é preciso experimentar o que existe lá fora. Senão, corre-se o risco de sempre viver com essa angústia de ter tomado a decisão errada. Para não ficar com aquela dúvida &#8220;Ah, não seria melhor ter saído?&#8221;, o melhor a fazer é sair. Se você tem uma contraproposta que lhe agradou, meu <strong><a href="http://www.cardozo-group.com/?p=2592" target="_blank">conselho honesto</a></strong> é vá embora.</p>
<p>Outra questão muito recorrente é o temor de ficar carimbado na empresa por pedir demissão e não ter se desligado dela, por ter aceito a <strong><a href="http://www.cardozo-group.com/?p=2173" target="_blank">contraproposta do atual  empregador</a></strong>.  Muitos acreditam que tempos depois não conseguirão uma promoção. Olha, não conheço empresas que fazem isso. Se sua empresa fizer isso, melhor nem discutir a contraproposta.</p>
<p>Se a empresa fez a contraproposta é porque reconhece a necessidade de mantê-lo no cargo, aposta no seu talento. As promoções vão aparecer se você estiver credenciado para elas. Não tenha medo de discutir uma contraproposta. Se a empresa a está fazendo é porque acredita em você. Encare, então, uma contraproposta como um elogio e boa sorte!</p>
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		<title>Táticas para receber o aumento tão desejado</title>
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		<pubDate>Thu, 26 Aug 2010 12:10:12 +0000</pubDate>
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Estava conversando com um jovem vendedor, que estava muito insatisfeito com o seu salário, e ele me disse: - Puxa vida Julio Sergio, me ajuda a pedir um aumento. Eu falei: - Olha, há algumas táticas para fazer isso. Na maior parte das vezes, as empresas não reconhecem o nosso talento. Eu acho que esse [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cardozo-group.com/wp-content/uploads/2010/08/escolha1.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-2932" title="escolha1" src="http://www.cardozo-group.com/wp-content/uploads/2010/08/escolha1-300x205.jpg" alt="" width="300" height="205" /></a></p>
<p style="text-align: left;">Estava conversando com um jovem vendedor, que estava muito insatisfeito com o seu salário, e ele me disse: - Puxa vida Julio Sergio, me ajuda a pedir um aumento. Eu falei: - Olha, há algumas táticas para fazer isso. Na maior parte das vezes, as empresas não reconhecem o nosso talento. Eu acho que esse é o seu caso. </p>
<p>Foi então que recomendei: - Sabe o que você deve fazer? Vai lá, <strong><a href="http://www.cardozo-group.com/?p=2415" target="_blank">procura o seu chefe</a></strong>, tenha uma conversa franca com ele e pergunta se ele está satisfeito com o seu trabalho, com seu desempenho. Se ele disser que sim, que é o que você espera ouvir, então você fala: - Chefe, eu estava precisando de um reconhecimento maior para o meu esforço. Preciso de um aumento.</p>
<p>Aí, você descreve tudo que você tem feito pela empresa e que justificaria esse <strong><span style="color: #0000ff;"><a href="http://www.cardozo-group.com/?p=2770" target="_blank">aumento</a></span></strong>. Tudo de forma tranquila, sem se exaltar, sem chorar, sem ser piegas - ou seja, ser humilde demais. Leve o chefe a ter uma conversa clara com você. Pode ser que ele descubra que, realmente, foi injusto com você, não reconheceu seu talento.</p>
<p>Agora, para pedir aumento você deve estar preparado para receber um não. Se receber um não, saiba que o mundo não acabou ali. Significa dizer que seu chefe não reconhece todo aquele talento que você imagina ter ou que ele não tem condições para te dar um aumento. Para cada uma das situações existem alternativas.</p>
<p>O que você não pode é trabalhar insatisfeito sem compartilhar com seu chefe suas insatisfações. Até mesmo as suas queixas. Chefe por ser chefe precisa cuidar dos seus subordinados. Desenvolva uma tática, veja o melhor momento para falar com ele e vá buscar o aumento que você se julga no direito. Boa sorte e cuidado com esse dinheiro extra que você vai receber. Como sempre digo, <strong><span style="color: #0000ff;"><a href="http://www.cardozo-group.com/?p=2835" target="_blank">dinheiro não admite desaforo</a></span></strong>.</p>
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		<title>Por que você está desempregado?</title>
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		<pubDate>Tue, 24 Aug 2010 14:30:43 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[
Frequentemente recebo perguntas do tipo: Se há oportunidades sobrando diante do aquecimento da economia, por que, então, não consigo emprego?  A verdade é que hoje no Brasil existe mais emprego do que gente capacitada para ocupar as vagas que se abrem. O que não há é desemprego para aqueles que estão preparados para o mercado [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cardozo-group.com/wp-content/uploads/2010/08/emprego-entrevista.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-2918" title="emprego-entrevista" src="http://www.cardozo-group.com/wp-content/uploads/2010/08/emprego-entrevista.jpg" alt="" width="300" height="262" /></a></p>
<p style="text-align: left;">Frequentemente recebo perguntas do tipo: Se há oportunidades sobrando diante do aquecimento da economia, por que, então, não consigo emprego?  A verdade é que hoje no Brasil existe mais emprego do que gente capacitada para ocupar as <strong><span style="color: #0000ff;"><a href="http://www.cardozo-group.com/?p=2619" target="_blank">vagas que se abrem</a></span></strong>. O que não há é desemprego para aqueles que estão preparados para o mercado de trabalho. O que você deve fazer?</p>
<p>Algumas ações podem ser feitas, por exemplo, comece vendo o que você quer. Que tipo de trabalho você quer, onde você quer trabalhar, que lugar valorizaria suas habilidades, coisas assim. O próximo passo é descobrir onde estão as oportunidades que você está interessado em se candidatar, se em empresas privadas, se no Governo. Aí vem o terceiro passo, que é importantíssimo. Você precisa descobrir o que se está exigindo dos candidatos para <strong><span style="color: #0000ff;"><a href="http://www.cardozo-group.com/?p=2071" target="_blank">conquistar uma vaga</a></span></strong>.</p>
<p>É um conjunto de requisitos, de competências e habilidades. Para isso é preciso que você faça uma análise profunda das suas credenciais, ou seja, daquilo que você sabe fazer. Procure ser sincero consigo mesmo. A partir dessa auto-avaliação, compare com tudo que você descobriu das empresas em que pretende trabalhar.</p>
<p>Certamente você vai dizer: &#8220;Ah, estou pronto, tudo que a empresa exige eu já tenho&#8221;. Nesse caso, é hora de bater à porta da empresa que você está de olho. Agora, há uma outra possibilidade, que não deve ser desprezada. Pode ser que faltem algumas ou todas as habilidades. Nesse caso, nós vamos para o próximo passo que é você adquirir essas <strong><span style="color: #0000ff;"><a href="http://www.cardozo-group.com/?p=2455" target="_blank">competências</a></span></strong>. Aí sim você estará pronto para buscar a sua vaga. Ela está lá lhe esperando. Só me resta dizer: parabéns pelo seu sucesso!</p>
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		<title>O paralelo entre as forças armadas  e o mundo corporativo</title>
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		<pubDate>Thu, 19 Aug 2010 13:10:12 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[
Muito se fala na falta de profissionalismo das pessoas. Ora, a tendência é que o mercado tenha, cada vez mais, executivos bem preparados. De um lado, com as competências básicas envolvendo o aspecto educacional, ou seja, a formação acadêmica. De outro, as competências específicas necessárias para quem vai assumir o comando de uma empresa.
Enxergo aí [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cardozo-group.com/?p=2460" target="_blank"><img class="size-medium wp-image-2905 aligncenter" title="militar-continencia" src="http://www.cardozo-group.com/wp-content/uploads/2010/08/militar-continencia.jpg" alt="" width="142" height="140" /></a></p>
<p>Muito se fala na falta de profissionalismo das pessoas. Ora, a tendência é que o mercado tenha, cada vez mais, executivos bem preparados. De um lado, com as competências básicas envolvendo o aspecto educacional, ou seja, a formação acadêmica. De outro, as competências específicas necessárias para quem vai <span style="color: #0000ff;"><a href="http://www.cardozo-group.com/?p=2695" target="_blank"><strong>assumir o comando</strong> </a></span>de uma empresa.</p>
<p>Enxergo aí um movimento interessante surgindo que é o mundo corporativo voltando a se interessar pela maneira como as forças armadas formam seus oficiais. Além de uma metodologia consagrada, são ótimos tomadores de decisão. Isso em meio à responsabilidade de terem em suas mãos o risco da sobrevivência de pessoas.</p>
<p>Eu gosto muito desse paralelo entre o mundo militar e a vida corporativa. Pode ser uma visão antiga, mas é um fenômeno que está ressurgindo com toda força. Posso receber críticas, no entanto, é fato que os consultores não conseguiram <strong><span style="color: #0000ff;"><a href="http://www.cardozo-group.com/?p=2695" target="_blank">criar nada melhor</a></span></strong>. E o quartel, por sua vez, também busca inspiração na vida corporativa.</p>
<p>Então, a verdade está no equilíbrio de ambos os modelos. Não basta apenas usar as estratégias do mundo corporativo ou as táticas militares. O sucesso está na combinação desses dois métodos para minimizar os defeitos que ambos têm. Cada dia que passa o executivo precisa se aprimorar. A cada cinco anos, o conhecimento é renovado. A todo momento aparecem situações novas e para enfrentar essa roda que gira de forma tão voraz é imprescindível preparação.</p>
<p>Aliás, por falar em preparação para <span style="color: #0000ff;"><a href="http://www.cardozo-group.com/?p=2273" target="_blank"><strong>subir na carreira</strong> </a></span>os militares, também, podem ser um bom exemplo a seguir. Os oficiais só são promovidos quando adquirem as competências necessárias ao posto que assumirão. Isto se dá por meio de cursos especializados. Resultado, quando assumem sua nova função estão plenamente capacitados. Se assim fosse nas empresas, muitos desastres teriam sido evitados.</p>
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		<title>Siga a sua intuição e faça a escolha certa</title>
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		<pubDate>Tue, 17 Aug 2010 13:27:36 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[
A intuição, que muitos chamam de visão, faz uma enorme diferença. Conhecida como sexto sentido, a intuição não tem nada de sobrenatural. O psiquiatra Carl Gustav Jung a comparou a uma bússola, uma função da psique que desvenda possibilidades. Envolve a comunicação dos dois hemisférios do cérebro: o esquerdo, que é racional e armazena números, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cardozo-group.com/wp-content/uploads/2010/08/cerebro-intuicao.bmp"><img class="alignnone size-medium wp-image-2896" title="cerebro-intuicao" src="http://www.cardozo-group.com/wp-content/uploads/2010/08/cerebro-intuicao.bmp" alt="" /></a></p>
<p>A intuição, que muitos chamam de visão, faz uma enorme diferença. Conhecida como sexto sentido, a intuição não tem nada de sobrenatural. O psiquiatra Carl Gustav Jung a comparou a uma bússola, uma função da psique que desvenda possibilidades. Envolve a <strong><a href="http://www.cardozo-group.com/?p=2124" target="_blank">comunicação</a></strong> dos dois hemisférios do cérebro: o esquerdo, que é racional e armazena números, palavras e regras; e o direito, responsável pela linguagem não verbal - símbolos, imagens e sensações.</p>
<p>As pessoas que vencem não só têm intuição, como dão ouvidos a ela. Sabem por quê? Porque a intuição é a capacidade de vislumbrar as consequências de uma decisão. Alguns possuem essa capacidade mais aguçada, mais aperfeiçoada, mais avançada do que outros. Assim como tem gente que não tem intuição alguma. Agora, será que a intuição por si só é suficiente para que uma pessoa vença na vida?</p>
<p>A resposta é não. Para tomar uma decisão, a intuição é importante, mas não fator preponderante. Para tomar uma <strong><a href="http://www.cardozo-group.com/?p=2721" target="_blank">decisão</a></strong>, o mais importante é fazer uma análise dos fatos, ponderar as diversas alternativas que vêm das várias fontes de informação. A intuição, então, é coadjuvante no processo. Lembro quando a Ernst &amp; Young comprou as operações da Arthur Andersen no mundo. Ali tive a intuição de que isso teria grandes impactos nas operações globais.</p>
<p>Claro que era algo mais ou menos óbvio, por isso a transação foi feita, mas na América do Sul isso poderia representar a diferença entre continuar numa posição intermediária ou assumir a liderança no <em>market share</em>. Por quê? Porque existia gente muita capacitada em lugares onde não havia mercado e mercados onde não tinha gente pra tocar o negócio. Foi de fato uma intuição.</p>
<p>Outra vez, também usei a intuição em processos de recrutamento. Muitos condenam, até com certa razão, de que não se deve usar nenhuma outra técnica ou ferramenta senão aquelas consagradas (lógicas). Asseguro, entretanto, que o uso da Sinastria foi de grande valia em várias contratações-chave que fiz.</p>
<p>O que é importante para o CEO? Primeiro ter coragem para tomar decisão. Segundo, saber que ele sozinho não vai tomar a melhor decisão. Terceiro, ele precisa de <strong><a href="http://www.cardozo-group.com/?p=2509" target="_blank">informações</a></strong>. Quarto, precisa saber analisar essa quantidade de informações e saber que ele é um ser solitário. Se ele acertar, vão aparecer vários coadjuvantes para dividir essa vitória. Agora, se ele errar, vai pagar sozinho a conta. Por isso, siga a sua intuição e vá em frente.</p>
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		<title>Julio Sergio Cardozo no CONARH Expo ABRH-2010</title>
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		<pubDate>Mon, 16 Aug 2010 13:37:04 +0000</pubDate>
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Julio Sergio Cardozo dará palestra no stand da AMIL no CONARH Expo ABRH-2010 no dia 17 de agosto das 19h às 19h45 no Auditório (G) sobre o tema: &#8220;Desvendando os Dilemas da Longevidade&#8221;.
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			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><span style="font-size: 11pt; font-family: &quot;Calibri&quot;,&quot;sans-serif&quot;; mso-fareast-font-family: Calibri; mso-fareast-theme-font: minor-latin; mso-bidi-font-family: 'Times New Roman'; mso-ansi-language: PT-BR; mso-fareast-language: PT-BR; mso-bidi-language: AR-SA;"><a href="http://www.cardozo-group.com/wp-content/uploads/2010/08/slide13.jpg"><img class="size-medium wp-image-2887 aligncenter" title="slide13" src="http://www.cardozo-group.com/wp-content/uploads/2010/08/slide13-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a></span></p>
<p style="text-align: left;"><span style="font-size: 11pt; font-family: &quot;Calibri&quot;,&quot;sans-serif&quot;; mso-fareast-font-family: Calibri; mso-fareast-theme-font: minor-latin; mso-bidi-font-family: 'Times New Roman'; mso-ansi-language: PT-BR; mso-fareast-language: PT-BR; mso-bidi-language: AR-SA;">Julio Sergio Cardozo dará palestra no stand da AMIL no CONARH Expo ABRH-2010 no dia 17 de agosto das 19h às 19h45 no Auditório (G) sobre o tema: <strong>&#8220;Desvendando os Dilemas da Longevidade&#8221;.</strong><a href="http://www.cardozo-group.com/wp-content/uploads/2010/08/slide1.jpg"></a></span></p>
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		<title>Mais emprego para profissionais com menor escolaridade: mito ou realidade?</title>
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		<pubDate>Thu, 12 Aug 2010 15:45:34 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Promoção]]></category>

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O crescimento da economia trouxe a esperança para quem busca emprego com carteira assinada e trabalhadores de baixa escolaridade, inclusive analfabetos. Levantamento feito pelo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), publicado semana passada pelo jornal Valor Econômico, mostra que nos últimos 12 meses 330 mil vagas foram preenchidas por brasileiros com, no máximo, o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cardozo-group.com/wp-content/uploads/2010/08/emprego-oportunidades.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-2871" title="emprego-oportunidades" src="http://www.cardozo-group.com/wp-content/uploads/2010/08/emprego-oportunidades-300x247.jpg" alt="" width="300" height="247" /></a></p>
<p>O crescimento da economia trouxe a esperança para quem busca emprego com carteira assinada e trabalhadores de baixa <strong><span style="color: #0000ff;"><a href="http://www.cardozo-group.com/?p=2480" target="_blank">escolaridade</a></span></strong>, inclusive analfabetos. Levantamento feito pelo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), publicado semana passada pelo jornal Valor Econômico, mostra que nos últimos 12 meses 330 mil vagas foram preenchidas por brasileiros com, no máximo, o ensino fundamental completo.</p>
<p>Desse universo, 15% respondem por uma participação de mais de 2 milhões de postos de trabalho abertos no período. Esse movimento de contratação envolvendo pessoas que frequentaram a escola por menos tempo acontece nos seguintes setores: construção civil, comércio, indústria, agropecuária e serviços. No caso da construção civil, a explicação está na dificuldade que as empresas enfrentam para atrair mão de obra qualificada.</p>
<p>Como não há gente disponível, a saída tem sido <strong><span style="color: #0000ff;"><a href="http://www.cardozo-group.com/?p=2815" target="_blank">recrutar</a></span></strong> trabalhadores de menor escolaridade. Embora a notícia seja positiva, vejo um grande problema nesse novo fenômeno que desponta: o descaso com a qualificação profissional no país. Não dá para achar que por conta desse boom de oportunidades no pós-crise é desnecessário estudar. As pessoas não podem acreditar que por existir emprego, a preocupação com sua formação é irrelevante. Pelo contrário. </p>
<p>Qualificação e escolaridade caminham juntas. O cenário atual é reflexo de uma demanda represada durante os momentos de turbulência na economia. Ou seja, algo pontual, temporário. Quando as coisas se estabilizarem, esses mesmos profissionais com baixa qualificação serão substituídos. A realidade é que a cada dia aumenta a dificuldade de alguém sem <strong><span style="color: #0000ff;"><a href="http://www.cardozo-group.com/?p=2200" target="_blank">estudo </a></span></strong>encontrar um emprego com carteira assinada. A disputa no mercado de trabalho é acirrada e só vence quem tiver as melhores armas.</p>
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		<title>O fator RH quando dois gigantes se unem</title>
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		<pubDate>Tue, 10 Aug 2010 14:27:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Pessoas &amp; Carreiras]]></category>

		<category><![CDATA[Carreira]]></category>

		<category><![CDATA[Fusão]]></category>

		<category><![CDATA[Realocação]]></category>

		<category><![CDATA[RH]]></category>

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Um grande desafio. Foi assim que o diretor de Rh do Itaú, Adriano Lima, definiu a fusão com o Unibanco em evento que a Julio Sergio Cardozo &#38; Associados promoveu recentemente. O executivo reconhece que o processo de integração, previsto para ser finalizado até o final do ano, exige atenção redobrada. &#8220;Não é nada fácil [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cardozo-group.com/wp-content/uploads/2010/08/itau-unibanco.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-2863" title="itau-unibanco" src="http://www.cardozo-group.com/wp-content/uploads/2010/08/itau-unibanco-300x159.jpg" alt="" width="300" height="159" /></a></p>
<p>Um grande desafio. Foi assim que o diretor de Rh do Itaú, Adriano Lima, definiu a fusão com o Unibanco em evento que a Julio Sergio Cardozo &amp; Associados promoveu recentemente. O executivo reconhece que o processo de integração, previsto para ser finalizado até o final do ano, exige atenção redobrada. &#8220;Não é nada fácil integrar pouco mais de 100 mil profissionais&#8221;, afirmou.</p>
<p>Sempre preocupados com as pessoas que não pudessem ser aproveitadas, o executivo contou que a área de RH se uniu ao sindicato para ajudá-los na missão de realocação dos profissionais alvos de possíveis cortes. &#8220;Não tivemos demissões, só o <em>turnover</em> natural que é peculiar nesse tipo de operação&#8221;, disse Lima.</p>
<p>De olho no mercado internacional, o Itaú Unibanco viu com a fusão a chance de ampliar sua atuação lá fora. Além, claro, de ganhar fôlego para competir com outros bancos globais, a exemplo do Santander. Tanto que pulou da 15ª posição do ranking dos maiores bancos do mundo para o 9° lugar. Para falar sobre os futuros planos do banco e como tem sido essa integração, o diretor de RH me concedeu entrevista exclusiva. Leia trechos abaixo:  </p>
<p><strong>Qual o maior desafio no processo de fusão com o Unibanco?<br />
</strong><br />
<em>Promover a integração de um universo tão grande de pessoas. Foram mais de 30 mil do Unibanco e cerca de 60 mil do Itaú. Embora exista essa complexidade, enxergamos como ponto positivo o fato de o banco ter saído já no primeiro dia do <span style="color: #0000ff;"><a href="http://www.cardozo-group.com/?p=1903" target="_blank"><strong>anúncio da fusão</strong> </a></span>com uma campanha no mercado de ser o maior banco do hemisfério sul, com esse sonho grande de ser um banco global. O que causou uma mobilização entre as pessoas, um orgulho de pertencer à organização, que reconheceram o trabalho de longo prazo que deve ser construído. É esse orgulho que, muitas vezes, nos ajuda a minimizar uma ou outra deficiência. Eu pessoalmente quando vou para casa toda noite e coloco a cabeça no meu travesseiro, penso: Poxa, posso me sentir frustrado em algumas situações, diante de um processo que não funciona ou de um sistema que ainda não foi bem desenvolvido para nos ajudar a servir melhor nossos clientes. Mas, então, penso que  estou em uma empresa ética, sólida, com vocação de crescimento, em um dos maiores bancos do mundo. Isso é muito mais forte, mais motivador.<br />
</em><br />
<strong>Houve cortes?</strong></p>
<p><em>Não, o que aconteceu foi um turnover natural que já existia, principalmente nas áreas de atendimento. Mas o banco continuou expandindo em áreas importantes, realocamos três mil pessoas, processo feito em parceria com o sindicato. Realocamos o profissional que poderia não ser aproveitado na nova organização. Tínhamos uma &#8220;célula&#8221; de <span style="color: #0000ff;"><a href="http://www.cardozo-group.com/?p=2494" target="_blank"><strong>recursos humanos</strong> </a></span>que identificava a possibilidade desse profissional ser aproveitado em outra área. Nós tivemos 76% de aproveitamento.</em></p>
<p><strong>Há dez anos, o Itaú dava o primeiro passo para acabar com velhos símbolos corporativos. Um alto executivo que tinha privilégios por ter o cartão prata, por exemplo, perdeu regalias. Hoje, que outras ações foram tomadas?<br />
</strong><br />
<em>A mais recente, que aconteceu logo após o anúncio da fusão, foi acabar com salas próprias, fechadas, levando o gestor a fica mais próximo de suas equipes. Essa nova cultura começou com Roberto Setúbal e Pedro Moreira Salles, que dividem o espaço com outros executivos. Diretores e superintendentes também trabalham em salas compartilhadas.<br />
</em><br />
<strong>Isso mexeu com a vaidade dos executivos?<br />
</strong><br />
<em>Talvez de alguns poucos, mas quando o exemplo é dado de cima, ou seja, no momento em que Roberto Setúbal e Pedro Moreira Salles também mostram o desapego à vaidade e assumem dividir o espaço com outras onze pessoas, não há espaço para ninguém reclamar. Em gestão de pessoas, o difícil é quando é dada uma ordem de cima e esta não repercute naqueles que as tomaram.</em></p>
<p><strong>O Itaú sempre foi conhecido como banco de engenheiros e o Unibanco de administradores&#8230;..<br />
</strong><br />
<em>Tudo na vida tem prós e contras. Boa parte do sucesso do Itaú se atribui ao fato de ter engenheiros, com altíssima competência em processos, <strong><span style="color: #0000ff;"><a href="http://www.cardozo-group.com/?p=2358" target="_blank">tecnologia e gestão do risco</a></span></strong>. É um valor enorme. Agora, como tudo na vida, há rótulos para o bem e para o mal.</em></p>
<p><strong>A cultura imediatista, pressão de curto prazo, adotada pelo Unibanco deve gerar reflexos na nova organização?<br />
</strong><br />
<em>Vejo uma grande contribuição que é a obsessão pela eficiência. Esse é um valor importante que a nova empresa Itaú Unibanco está percorrendo. Não é reduzir custo por si só, mas buscar cada  vez mais  decisões eficientes na gestão do seu recurso financeiro. </em></p>
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		<title>Meu chefe me boicota</title>
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		<pubDate>Thu, 05 Aug 2010 18:18:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Pessoas &amp; Carreiras]]></category>

		<category><![CDATA[Carreira]]></category>

		<category><![CDATA[Emprego]]></category>

		<category><![CDATA[Promoção]]></category>

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		<description><![CDATA[
Quem nunca se sentiu boicotado pelo chefe, levante a mão! Conheço inúmeros casos de excelentes profissionais que, durante as conversas nas clínicas de preparação para vida, fazem desabafos impressionantes. Outro dia, uma gerente de TI contou que a empresa onde atua, no auge da crise, precisou promover alguns cortes.
Na época, o CIO reuniu a equipe [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cardozo-group.com/wp-content/uploads/2010/08/chefe-sufoco.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-2855" title="chefe-sufoco" src="http://www.cardozo-group.com/wp-content/uploads/2010/08/chefe-sufoco-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a></p>
<p>Quem nunca se sentiu boicotado pelo chefe, levante a mão! Conheço inúmeros casos de excelentes profissionais que, durante as conversas nas clínicas de preparação para vida, fazem desabafos impressionantes. Outro dia, uma gerente de TI contou que a empresa onde atua, no auge da crise, precisou promover alguns cortes.</p>
<p>Na época, o CIO reuniu a equipe atrás de sugestões para não só preservar ativos de outras áreas, como manter o grupo de tecnologia intacto, sem aquela antiga visão de que TI sempre representa custos. Eis que ela passa madrugadas e madrugadas mergulhada em planilhas, tentando achar uma solução.</p>
<p>Duas semanas depois, apresentou ao <strong><span style="color: #0000ff;"><a href="http://www.cardozo-group.com/?p=2173" target="_blank">chefe suas ideias</a></span></strong>. Após  ler cuidadosamente, falou que não estavam boas para o que a empresa precisava.  Dias depois, passando pelo corredor ouviu uma conversar entre o chefe e seus superiores, que lhe davam os parabéns pelas brilhantes ideias. Surpresa por ver que eram todas aquelas que ela havia sugerido, voltou para sua mesa desolada.</p>
<p>Não sabia se reagia, até participar de uma reunião com todos os funcionários da companhia. Ali foi demais. Viu o CIO ser publicamente reconhecido pelo alto escalão e como prêmio, recebeu uma promoção. A partir daquele momento, passava a fazer parte do conselho de administração.</p>
<p>Assim como ela, milhares de pessoas enfrentam no dia a dia situações semelhantes, o chefe que se apropria de seu trabalho para <strong><span style="color: #0000ff;"><a href="http://www.cardozo-group.com/?p=2721" target="_blank">galgar posições</a></span></strong>, que usa de seu talento para continuar na vitrine, que nunca reconhece o que você faz ou evita colocá-lo em posição de destaque para que você não apareça mais do que ele.</p>
<p>O que fazer? Vale a pena comprar a briga e questionar seu chefe com o risco de perder o emprego? Melhor, talvez, fazer de conta que nada acontece e ficar sempre à sombra dele?  Dúvidas, dúvidas e mais dúvidas. De fato, não é uma situação fácil. Ser boicotado pode parecer algo normal, até o momento em que a empresa precisa enxugar ou começar a cobrar resultados.</p>
<p>Por isso, antes de tudo, tente reverter a situação desfavorável. Faça seu chefe ter confiança em você, mostre que você é um importante aliado e que sempre estará ali para ajudá-lo. Evite que ele se sinta ameaçado por você. Claro que você está de olho na contrapartida. Mas não esqueça que se ele se sentir seguro e achar que precisa de você, sempre vai dar um jeito de mantê-lo por perto.</p>
<p>Nunca se coloque em posição de confronto com seu chefe, muito menos em uma reunião. Procure ser diplomático se quer ganhar espaço. Deixe claro para seu chefe que você não está ali para competir com ele. Não quero dizer que você deve se anular, mas saber lidar com a situação. Mostre que ele pode contar com você em qualquer situação, que você não vai roubar o lugar dele. Desta maneira, ele se sentirá seguro e, provavelmente, também lhe dará credito em suas ações.</p>
<p>Agora, se tudo isso foi feito e você continua se sentindo boicotado, a saída é <strong><span style="color: #0000ff;"><a href="http://www.cardozo-group.com/?p=2561" target="_blank">arriscar</a></span></strong>. Tenha uma conversa madura, sem colocar seu chefe na parede. Faça-o enxergar o quanto você é importante para ele e está ali para ajudá-lo.</p>
<p>Se nada disso funcionar, então está na hora de você buscar outra oportunidade onde terá chances de crescer como espera.</p>
<p>Só não esqueça que todas essas dicas servem para o novo emprego.</p>
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